segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Teatro dos Vampiros - Legião Urbana

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@alucinomatto


O Pássaro da Amazônia pode ir a sua cidade...
É uma peça construída sobre o texto do artista plástico Valdsom Braga. De alicerce formado no contexto amazônico-brasileiro, o pássaro da Amazônia trás consigo todo prestígio que a região dá a natureza, da maneira mais excêntrica possível. O espetáculo é apimentado com o divertido e melindroso humor brasileiro, com cenas pra “morrer de rir” e perder o fôlego, sem contar com todo o aspecto dramático que vivem os personagens.
Os responsáveis por esse trabalho, residem ou residiram considerável parte de sua vida na sociedade amazônica, especificamente na cidade de Marabá, sudeste do Pará. Além da participação do autor do texto (Valdsom Braga) como ator, ainda integram o elenco, os atores: Andrew Cassimiro, Dyego Santana e Jonatas de Andrade.

http://img199.imageshack.us/img199/1930/passrogif.gif

SINOPSE

Um casal recém casado que morava na cidade de São Paulo, se depara com a notícia de que teriam um filho. Cansado de toda tensão de uma grande metrópole, o homem decide vender tudo, e levar sua família para morar na maior floresta do mundo, a floresta amazônica.
Com o filho recém nascido, o casal desembarca na Amazônia e de imediato são conquistados pela beleza do lugar, e agora começam a viajar de barco. Em meio a troca de muitas embarcações o bebê é deixado para trás. Quando se dão conta e voltam para pegar a criança, ela já não está mais no local.
O Bebê foi encontrado por um índio. Este julga que a criança foi abandonada e não podendo levá-la para a sua aldeia, a leva para um local que acredita ser seguro. Ao voltar para alimentar a criança percebe que a mesma desaparecera. O Bebê foi levado pelos grandes pássaros da Amazônia, e cresce no meio da mata acreditando ser filho dos pássaros, agindo como se fosse um, e protegendo a floresta como se fosse seu ninho.

Começa em 2' 50"


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Valdsom Braga

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Valeu Galera!

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@shibatiana

Esses dias, conversando com meu amigo @alucinomatto, me inspirei no texto de hoje. E o tema é bissexualidade. Não, o @alucinomatto não é bissexual, eu que sou. Saibam que dentre 189.953.000 brasileiros, uma parcela de 4% tem o dobro de chances de se interessarem assumidamente por homens e mulheres (vi isso em uma revista). Esse levantamento foi mapeado ano passado pela USP por meio do Mosaico Brasil, o maior já realizado sobre comportamento sexual no país. Os especialistas garantem que essa estatística recente não difere muito de outras coletadas no passado, embora se tenha a impressão de que na década que se encerra, a bissexualidade tenha recebido um tratamento de modinha (palhaçada, mas infelizmente acontece –‘). Não custa nada refrescar a memória e lembrar que em 2001 as meninas do T.A.T.U. roubaram a cena mais pelo comportamento do que pela performance artística. Elas trocavam beijos ardentes. Em 2003, foi a vez da Madonna beijar Britney Spears e Christina Aguilera no palco do VMA. A mamãe Angelina Jolie, era famosa por seus casos amorosos com boys&girls. Aháa, depois vieram Lindsay Lohan, Katty Perry, Megan Fox, Lady Gaga … Aqui em terras brasucas, a cantora Ana Carolina assumiu sua bissexualidade na capa de uma revista e Preta Gil já cansou de dizer que era total flex. Sabe que impressão que eu tenho? De que o número de bissexuais aumentou por que hoje as pessoas entendem melhor o que significa ser bi. Antigamente, quem sentia atração por ambos os sexos não sabia definir o que acontecia e se identificava por hetero ou homo. Na mesma matéria que eu li na revista, um professor de sexologia disse que a modernidade “valoriza muito mais o prazer do que as definições”, e eu concordo plenamente. Como disse ao Luciano, o que importa não é o sexo (homem ou mulher) e sim a atração. O que importa é GENTE, o resto vem depois. O mesmo professor também disse que “como existe um diálogo maior na sociedade sobre homossexualidade, fica mais fácil para as pessoas experimentarem. Antes elas tinham medo que isso implicasse em ser rotulado como gay”. Nisso, entra a questão: FALTA OU EXCESSO? Muitos dos bissexuais descobrem sua condição por causa da dificuldade em achar alguém pra chamar de seu. Bom, isso é muito pessoal. Aos 12 anos eu achava que era lésbica mas daí eu pensava: “como eu sou lésbica se gosto de um menino?”. Hoje, eu ainda não consegui decidir a preferência por um dos gêneros e nem ligo mais pra isso. Eu quero mais é ser feliz, independente do sexo da pessoa que esteja do meu lado (claro que quero fazer essa pessoa muuuuito feliz também *-*). Relações são complicadas pra todo mundo, não importa a opção sexual. Ahh, e parem de confundir bissexualidade com promiscuidade (não são todos, mas boa parte das pessoas comparam), pode-se sim ser bi e romântica (o), pode-se sim ter atração pelos dois sexos.

Bom, obrigada pela oportunidade. Beijos povo, até mais!

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@amandamanfre

Hola povo, bom inicio de semana pra todos! EE+

Então, hoje vamos conhecer um livro, que fala sobre um assunto, que persegue mt gente .. distância!
'A distância entre nós' retrata intimamente um mundo que, embora distante, é muito familiar. Conduzido por duas mulheres dolorosamente reais, este romance mostra como as vidas dos pobres e dos ricos estão intrinsecamente enlaçadas, ainda que afastadas entre si. E capta intensamente o modo pelo qual os laços femininos ultrapassam as divisões de classe e de cultura. Na Bombaim contemporânea, a empregada doméstica Bhima deixa seu barraco na favela onde mora para cuidar da casa de Sera Dubash, onde trabalha há mais de vinte anos. No apartamento de classe média alta onde a patroa viúva vive com a filha, Dinah, que está grávida, e o genro, Viraf, Bhima lava a louça, esfrega o chão e corta as cebolas para a omelete matinal do clã, lutando contra a dor nas mãos causada pela artrite e também contra a preocupação que toma conta de seu pensamento sua neta, Maya, também está grávida. Mas, diferentemente de Dinah, ela não é casada e se recusa a revelar a identidade do pai da criança. 'A distância entre nós' é apresentado ao leitor como uma complexa encruzilhada de semelhanças e diferenças entre Bhima, a empregada, e Sera, a patroa. Distantes pelas diferenças entre classes, elas se aproximam na condição de mulheres oprimidas, que dedicaram as vidas para cuidar dos outros. O leitor acompanha o cotidiano das duas como senhoras maduras e, na narrativa em flashback, percebe como estas existências vão se construindo juntas, sempre alimentadas por uma relação de atração e repulsa.


“O som de um rádio tocando baixinho invade o quarto, e Bhima resmunga uns palavrões. Geralmente, na hora em que Jaiprakash liga o rádio, ela já está na fila da água. Isso quer dizer que está atrasada hoje. Serabai vai ficar zangada. Essa menina burra e preguiçosa fez com que ela se atrasasse. Bhima solta bruscamente sua mão das de Maya, sem se importar se o movimento vai acordá-la. Mas a garota continua dormindo.
Bhima fica de pé, e, ao levantar, seu quadril esquerdo dá um estalo forte. Ela fica parada por um momento, esperando pela onda de dor que se segue ao estalo, mas hoje é um dia bom. Nenhuma dor.”

Por fim abra um livro, qualquer na página 13 e poste nos comentários oque estiver escrito na frase 6.

Boa segunda feira pra todos, bjs.

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@PauloLima147

Olá galera! Vou começar a partir de hoje BARRADOS NO BBB10 PARTE 1 vídeos de alguns inscritos que não entraram na casa mais vigiada do Brasil!(alguns bem sem noção só pra constar).

Vídeo 1: O que o ser humano se presa pra entrar em um reality show!




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@ninjuliamaria

Oi gente! Tudo bem?

Sempre tem um monte de gente que me pergunta o que mesmo querem dizer aquelas palavrinhas sobre trajes nos convites que chegam em suas casas. Então decidi escrever hoje sobre isso, e ver se esclarecemos as duvidas de uma vez por todas! Vamos lá:

Primeiramente, existem sempre só quatro tipos de trajes: esporte, passeio ou esporte fino, social e black-tie. Só! Vamos nos ater a isso sempre que nos convidarem para algum evento social.
Traje esporte: Não, não quer dizer que você deva ir de jeans, camiseta do seu time e tênis. Ele é o traje mais simples, mas não admite desleixo, ok? Procure por chamisers, vestidos um pouco mais decotados (SEM exageros moças!), calças, saias e camisas de algodão, linho, crepe, sandálias de saltos baixos, sapatos baixos, sapatilhas, botas, etc. Para os meninos, procurem calças esportivas, camisas um pouco coloridas, ou camisetas pólo, blazers, jaquetas, sapatos esportivos, mas não um tênis.
Traje esporte fino: está entre o esporte e o social. Vamos de blazers, terninhos ou tailleur, pretinho básico, tecidos crepe, linho, seda, lã, escarpins, sandálias ou sapatos de saltos altos, ou médios, bolsas médias ou pequenas. Meninos ao de calça e blazer, com camisa com ou sem gravata, e após as 18 horas, um costume seria muuuuuuito legal!
Traje social: agora não tem jeito, formalidade! Tecidos mais nobres, como seda, xantung, cetim, rendas, tafetás, etc. Valem vestidos e tailleurs para moças, assim como saltos altos, bolsas pequenas, jóias sem exagero! Meninos costume escuro, camisa lisa e gravata. Sapato social com ou sem cordão.
Traje Black-tie: o mais formal de todos. Ou seja, mulheres de longo (modelos decotados sem exagero, drapeados, decorados, etc), que podem ser usados com estolas, xales, echarpes, etc. Tecidos nobres, somente, como cetim, seda, renda, musselina, etc. Sapatos sempre de salto alto, bolsinhas de mão, jóias sem exagero para não sair da elegância! Homens? Por favor, smocking, e complementos! Sapato social, sempre!

Espero ter solucionado as duvidas de todos ao olhar aquela observação no convite, e que ninguém mais se sinta mal trajado ou excessivamente trajado em nenhum lugar, porque isso é muuuuuuuuuuito chato né não?

Beijocas

@ninjuliamaria

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